Amigos, há alguns dias, criei um grupo no Facebook com o intuito de discutir sobre assuntos automobilísticos, sobretudo, as polêmicas. E como primeiro tópico de "pauta", o assunto escolhido foi a demissão de Jarno Trulli da Caterham e sua substituição por Vitaly Petrov.
A maioria dos que comentaram no tópico (se não foram todos...), concordou que foi uma grande injustiça a demissão de Trulli. Não pela demissão em si, mas pela forma que foi feita, tendo já iniciado a temporada de testes. Trulli não foi um piloto incrível, cheio de resultados, com um curriculum de dar inveja, mas era um piloto que estava na categoria há anos e merecia um pouco mais de respeito. Perdeu o emprego de forma muito duvidosa para um piloto que nunca teve grandes resultados e que está atualmente na F1 porque é um "pagante", mais um que garante vaga por estar trazendo um caminhão de dinheiro para uma equipe com poucos recursos.
O curioso é que no meio dessa nossa discussão sobre Trulli, acabamos aumentando a abordagem ao assunto e fomos parar em uma discussão sobre a situação atual da F1, onde discutimos, além do grande número de pilotos pagantes, a crise da categoria como um todo, com equipes tradicionais como a Williams tendo que lutar para permanecerem no jogo, a atmosfera mais "light" de outras categorias, dentre vários outros assuntos.
O que me parece é que nós, verdadeiros fãs que acompanham todas as corridas, que não somos "manipulados" como eu havia comentado ontem no post sobre a reportagem do Kimi, estamos insatisfeitos com a forma como a categoria está sendo levada. É triste perceber que o esporte que sempre nos deu muita alegria, hoje nos traz um pouco de vergonha, desgosto e principalmente, desconfiança sobre os rumos que estão sendo tomados.
Espero que a Fórmula 1 consiga sair do CTI.
*Quem quiser fazer parte do nosso grupo no Facebook é só buscar por Paddock Interditado. Todos serão muito bem vindos!*
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Por que torcer por Sebastian Vettel?
Queridos blogueiros, hoje é dia de falar do atual campeão da F1, o menino Sebastian Vettel. E assim como o piloto, hoje é dia da caçula das convidadas desse especial falar um pouquinho sobre seu piloto querido. A Carol Monteiro é a fofura em pessoa. Ela é fã de muita gente importante, que vai desde o mundo do automobilismo, com Vettel, Kimi, Valentino Rossi e Simoncelli passando por astros do futebol, como Kaká. Sem mais delongas, convido todos vocês a lerem o texto da nossa querida Carol.
Escrever sobre o Vettel é um prazer, não me dá trabalho algum. Para ser sincera, o Vettel é o tipo de assunto que se precisasse fazer uma redação, faria até 3. Minha família está cansada de ouvir "Vettel para cá, Vettel para lá". Hehe
A minha história como fã do Sebastian começou em 2009, quando certo alemãozinho me chamou a atenção (não que isso seja uma novidade... rsrs), mas qual o motivo? Bem, eu acredito que pelos seguintes motivos. Primeiro, ele é amigo do Kimi, gosta do jeito que Kimi é, nunca reclamou dele, até faz piadas do tipo “Ele foi para o bar!”. Rs... Segundo, ele é alemão, sempre gostei da Alemanha. Terceiro, ele me pareceu bem humorado, brincalhão, sorridente, jeito de adolescente. Quarto e último, algo me dizia que o futuro reservava boas coisas para ele.
Eu me lembro da primeira vitória dele, Monza 2008 (uma das minhas pistas preferidas), ainda na STR. Quem imaginou que um dia a STR venceria um GP? É tão inacreditável que é a única vitória da equipe até hoje.
Na época não dei muita importância, claro, eu tinha Kimi Räikkönen. Mas a vida me pregou uma peça e perdi o Kimi na categoria principal. Sou do tipo de pessoa que não consegue assistir ou acompanhar um esporte sem torcer por alguém, logo teria que escolher outro para ocupar o vazio deixado pelo finlandês. De repente me veio em mente “Vettel, Vettel, Vettel”. Eu pensei "Eu gosto dele, ele é bom piloto, 'bora' torcer para esse alemão".
O ano começou e o menino mostrou o porquê de estar na categoria máxima do automobilismo, a primeira vitória pela Red Bull não demorou, foi em Sepang, na Malásia, que apesar de tudo, não me trás boas lembranças. Com o sucesso do novo talento as brigas internas começaram, dentro e fora das pistas, ou era por uma posição no grid ou era por uma peça do carro. Vettel acabou conseguindo vários inimigos.
2011 iniciou e rapidamente, poderíamos dizer “literalmente”... rs, ele disparou na liderança do campeonato, ficando imbatível por quase toda a temporada. Com isso surgiram mais e mais inimigos, alguns até com vontade de quebrar o dedo dele. Eu acho muito engraçado essa raiva que eles têm, mas não importa se eles o criticam ou falam mal, existem milhares de fãs do Seb para defendê-lo.
Excelente piloto, agressivo, habilidoso, inteligente, homem com cara de bebê (típico de alemães... hehe), lindo, fofo, alemão, engraçado, com humor sempre nas alturas, sempre com um brilho no rosto, esse é Sebastian Vettel.
“Se você torce por certo piloto, foi porque ele tocou seu coração, onde está guardado o seu amor por esse esporte”.
Danke Seb
Carol, querida. Muito obrigada por participar desse especial. Gostei muito de saber um pouquinho mais sobre a sua história com Vettel. As portas estão sempre abertas para quando você quiser fazer qualquer comentário sobre F1 e seus ídolos, ok?
Grande beijo
* As outras matérias desse especial você pode ler aqui. Já falamos sobre Schumacher, Alonso, Button e Räikkönen. Semana que vem, temos o último piloto, Lewis Hamilton.*
Por que torcer por Sebastian Vettel?
Escrever sobre o Vettel é um prazer, não me dá trabalho algum. Para ser sincera, o Vettel é o tipo de assunto que se precisasse fazer uma redação, faria até 3. Minha família está cansada de ouvir "Vettel para cá, Vettel para lá". Hehe
A minha história como fã do Sebastian começou em 2009, quando certo alemãozinho me chamou a atenção (não que isso seja uma novidade... rsrs), mas qual o motivo? Bem, eu acredito que pelos seguintes motivos. Primeiro, ele é amigo do Kimi, gosta do jeito que Kimi é, nunca reclamou dele, até faz piadas do tipo “Ele foi para o bar!”. Rs... Segundo, ele é alemão, sempre gostei da Alemanha. Terceiro, ele me pareceu bem humorado, brincalhão, sorridente, jeito de adolescente. Quarto e último, algo me dizia que o futuro reservava boas coisas para ele.
Eu me lembro da primeira vitória dele, Monza 2008 (uma das minhas pistas preferidas), ainda na STR. Quem imaginou que um dia a STR venceria um GP? É tão inacreditável que é a única vitória da equipe até hoje.
Na época não dei muita importância, claro, eu tinha Kimi Räikkönen. Mas a vida me pregou uma peça e perdi o Kimi na categoria principal. Sou do tipo de pessoa que não consegue assistir ou acompanhar um esporte sem torcer por alguém, logo teria que escolher outro para ocupar o vazio deixado pelo finlandês. De repente me veio em mente “Vettel, Vettel, Vettel”. Eu pensei "Eu gosto dele, ele é bom piloto, 'bora' torcer para esse alemão".
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| "O choro de um verdadeiro campeão!" |
O ano começou e o menino mostrou o porquê de estar na categoria máxima do automobilismo, a primeira vitória pela Red Bull não demorou, foi em Sepang, na Malásia, que apesar de tudo, não me trás boas lembranças. Com o sucesso do novo talento as brigas internas começaram, dentro e fora das pistas, ou era por uma posição no grid ou era por uma peça do carro. Vettel acabou conseguindo vários inimigos.
2011 iniciou e rapidamente, poderíamos dizer “literalmente”... rs, ele disparou na liderança do campeonato, ficando imbatível por quase toda a temporada. Com isso surgiram mais e mais inimigos, alguns até com vontade de quebrar o dedo dele. Eu acho muito engraçado essa raiva que eles têm, mas não importa se eles o criticam ou falam mal, existem milhares de fãs do Seb para defendê-lo.
Excelente piloto, agressivo, habilidoso, inteligente, homem com cara de bebê (típico de alemães... hehe), lindo, fofo, alemão, engraçado, com humor sempre nas alturas, sempre com um brilho no rosto, esse é Sebastian Vettel.
“Se você torce por certo piloto, foi porque ele tocou seu coração, onde está guardado o seu amor por esse esporte”.
Danke Seb
Carol, querida. Muito obrigada por participar desse especial. Gostei muito de saber um pouquinho mais sobre a sua história com Vettel. As portas estão sempre abertas para quando você quiser fazer qualquer comentário sobre F1 e seus ídolos, ok?
Grande beijo
* As outras matérias desse especial você pode ler aqui. Já falamos sobre Schumacher, Alonso, Button e Räikkönen. Semana que vem, temos o último piloto, Lewis Hamilton.*
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Sebastian Vettel
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Recomendo
Amigos blogueiros, hoje dou uma passada rápida por aqui para indicar um texto simplesmente brilhante que li hoje no Octeto. Não sei se vocês estão sabendo da história, mas ontem foi veiculada uma reportagem no Jornal Nacional sobre Kimi Räikkönen que, simplesmente, só serviu para dizer coisas ruins sobre seu comportamento. Em outras palavras mais populares, foi uma matéria sacaneando a cara dele devido ao seu jeito fechado. Não sou jornalista, não tenho nenhuma pretensão de ser e definitivamente, não sou a melhor pessoa para discutir qualquer assunto relacionado ao Kimi porque sempre vou levar para o lado pessoal, boa fã que sou. Mas o que eu posso dizer é que, se você vai fazer uma reportagem sobre qualquer pessoa que seja, o mínimo a ser feito, creio eu, é ler um pouquinho que seja sobre a pessoa e sua carreira. Dizer, em horário nobre, que Kimi PAGOU para correr no WRC e que não obteve resultados é, no mínimo, nunca ter se preocupado em ler um texto que seja sobre rally. Pagar pra correr é o que fez D'Ambrosio, Senninha e cia. e não digo isso por não gostar deles - pelo contrário, gosto MUITO dos dois e torci e ainda torço muito pela carreira dos dois. Agora, se a poderosa RGT acha que criar uma equipe de rally para correr é a mesma coisa que comprar vaga em equipe de F1... quem sou eu pra contestar, não é mesmo?
E assim a massa vai sendo manipulada.
O link para o texto da Tati é esse aqui.
E assim a massa vai sendo manipulada.
O link para o texto da Tati é esse aqui.
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Kimi Raikkonen,
Recomendo
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Por que torcer por Kimi Räikkönen?
Hoje essa coluna tem um gostinho muito especial para mim por diversos motivos. Para começar, vamos falar do meu piloto preferido, Kimi Räikkönen. Eu podia ter escrito um texto com mil e um motivos dizendo os meus porquês em relação à sua torcida, mas decidi fazer diferente e convidar uma pessoa que pudesse escrever da melhor maneira possível o quão encantador e difícil pode ser acompanhar a carreira desse rapaz. E aí entra mais um motivo para essa coluna de hoje ser ainda mais especial. A convidada de hoje é a queridíssima Ludy Coimbra, uma das diretoras do blog do Octeto, líder do Iceman's Club (o qual eu sou uma feliz componente!) e a minha primeira amiga de blogosfera. Deliciem-se com as belas palavras da Ludy sobre Mr. Räikkönen!
Escrever sobre Kimi Räikkönen é um prazer para mim. Sempre que faço isto, percebo o quão abençoada eu sou como fã, pelos momentos que meu ídolo me já me proporcionou e por tudo que eu sei que ele ainda pode me proporcionar.
Lembro-me perfeitamente quando Kimi chegou à F-1, em 2001 (eu era fã de Jacques Villeneuve, que ainda acompanho fielmente), mas não foi nesta época que comecei a torcer por ele, apesar de não tirar o olho das atuações do jovem piloto.
Lembro-me quando o finlandês substituiu seu conterrâneo Mika Häkkinen, na McLaren, em 2002. Mas o que mais me lembro, e com todo o carinho do mundo, é do ano de 2005, quando naquele campeonato disputado com Fernando Alonso, eu senti que havia encontrado mais um piloto para o qual torcer.
E foi neste ano que começou minha história de fã do Iceman, 2005. O ano mais doloroso e maravilhoso da carreira de Kimi Räikkönen na F1. Doloroso pelas perdas, mas extremamente magnífico por tudo o que vimos o piloto nórdico fazer nas pistas. Inesquecível, eu diria.
Por isto, quando a Priscylla me convidou para escrever um texto em que respondesse à pergunta “Por que torcer por Kimi Räikkönen?” eu não hesitei. E a resposta é simples, porque ele é um lutador. Quem acompanha a carreira deste piloto, mesmo que seja como um mero espectador sabe do que estou falando.
Este piloto que muitos rotulam como um cara sem sorte, desinteressado, péssimo em eventos públicos, bêbado, que não demonstra sentimentos, eu não conheço. O piloto que eu conheço e admiro diariamente desde aquele ano de 2005 é talentoso, lutador, justo, simples, transparente, sorridente, que ama sua família, o automobilismo e é fiel aos seus amigos.
Mas o mais importante, este piloto é o dono de si mesmo. E durante estes anos como sua fã eu aprendi que para entender Kimi, eu teria que aprender a compreender e aceitar, que ele só faz o que o coração dele diz. Foi assim quando ele teve que deixar a F1 para trás e se aventurar no WRC e é agora, quando ele se desliga do mundo dos rallies para retornar para a F1.
E é claro que não posso deixar de falar no seu talento, que, aliás, ficou ainda mais evidente para mim depois do WRC. Vivi estes dois anos de rally fielmente “ao lado” de Räikkönen e confesso a vocês, mesmo com as dificuldades vividas neste universo tão diferente daquele em que aprendemos a admirá-lo, eu simplesmente passei a apreciar ainda mais o piloto que é Räikkönen.
Eu tenho toda certeza que Kimi não está apenas entre um grupo seleto de campeões mundiais, ele está no grupo de melhores pilotos de toda a F1, mesmo que muito duvidem, ou achem que isto é apenas a visão exagerada de uma fã. Eu não me importo, aprendi isto com Kimi, e eu afirmo isto porque eu acredito no que ele faz, que é pilotar com paixão, garra e talento. E é por isto que eu torço para Kimi Räikkönen.
Assinado Ludmila Coimbra (Blog do Octeto Racing Team)
Como vocês devem ter reparado, escolher a Ludy foi um grande acerto. A delicadeza com que ela escreve sobre muitos temas, mas principalmente sobre o Kimi faz dela, pelo menos na minha opinião, a porta voz dos fãs brasileiros. Muito obrigada, Ludy! Apareça mais vezes por aqui para falar mais sobre Kimi, rally, Robbie Williams, Inglaterra... hahahah
Grande beijo!
"Por que torcer para Kimi Räikkönen?"
Escrever sobre Kimi Räikkönen é um prazer para mim. Sempre que faço isto, percebo o quão abençoada eu sou como fã, pelos momentos que meu ídolo me já me proporcionou e por tudo que eu sei que ele ainda pode me proporcionar.
Lembro-me perfeitamente quando Kimi chegou à F-1, em 2001 (eu era fã de Jacques Villeneuve, que ainda acompanho fielmente), mas não foi nesta época que comecei a torcer por ele, apesar de não tirar o olho das atuações do jovem piloto.
Lembro-me quando o finlandês substituiu seu conterrâneo Mika Häkkinen, na McLaren, em 2002. Mas o que mais me lembro, e com todo o carinho do mundo, é do ano de 2005, quando naquele campeonato disputado com Fernando Alonso, eu senti que havia encontrado mais um piloto para o qual torcer.
E foi neste ano que começou minha história de fã do Iceman, 2005. O ano mais doloroso e maravilhoso da carreira de Kimi Räikkönen na F1. Doloroso pelas perdas, mas extremamente magnífico por tudo o que vimos o piloto nórdico fazer nas pistas. Inesquecível, eu diria.
Por isto, quando a Priscylla me convidou para escrever um texto em que respondesse à pergunta “Por que torcer por Kimi Räikkönen?” eu não hesitei. E a resposta é simples, porque ele é um lutador. Quem acompanha a carreira deste piloto, mesmo que seja como um mero espectador sabe do que estou falando.
Este piloto que muitos rotulam como um cara sem sorte, desinteressado, péssimo em eventos públicos, bêbado, que não demonstra sentimentos, eu não conheço. O piloto que eu conheço e admiro diariamente desde aquele ano de 2005 é talentoso, lutador, justo, simples, transparente, sorridente, que ama sua família, o automobilismo e é fiel aos seus amigos.
Mas o mais importante, este piloto é o dono de si mesmo. E durante estes anos como sua fã eu aprendi que para entender Kimi, eu teria que aprender a compreender e aceitar, que ele só faz o que o coração dele diz. Foi assim quando ele teve que deixar a F1 para trás e se aventurar no WRC e é agora, quando ele se desliga do mundo dos rallies para retornar para a F1.
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| Rali da Grã-Bretanha de 2011 |
Eu tenho toda certeza que Kimi não está apenas entre um grupo seleto de campeões mundiais, ele está no grupo de melhores pilotos de toda a F1, mesmo que muito duvidem, ou achem que isto é apenas a visão exagerada de uma fã. Eu não me importo, aprendi isto com Kimi, e eu afirmo isto porque eu acredito no que ele faz, que é pilotar com paixão, garra e talento. E é por isto que eu torço para Kimi Räikkönen.
Assinado Ludmila Coimbra (Blog do Octeto Racing Team)
Como vocês devem ter reparado, escolher a Ludy foi um grande acerto. A delicadeza com que ela escreve sobre muitos temas, mas principalmente sobre o Kimi faz dela, pelo menos na minha opinião, a porta voz dos fãs brasileiros. Muito obrigada, Ludy! Apareça mais vezes por aqui para falar mais sobre Kimi, rally, Robbie Williams, Inglaterra... hahahah
Grande beijo!
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Por que torcer...?
Desabafo
Boa noite, blogaiada. Quero utilizar um espaço nesse meu querido blog para escrever algumas palavras sobre um assunto não automobilístico. Quem vêm acompanhando esse blog nas últimas semanas, sabe que eu tenho feito um especial sobre os pilotos campeões que correm esse ano e, logo no primeiro dia, prometi que postaria todo domingo um novo artigo dando continuidade à coluna. Porém, há algumas semanas, não pude postar em uma ocasião e isso acabou se repetindo na semana passada, ambas pelo mesmo motivo.
Tenho enfrentado problemas sérios com a minha internet, a banda larga 3G da Claro, companhia que sou cliente há muito tempo. Desde o dia 21 de Janeiro venho ligado insistentemente para o "SAC" deles e tenho me aborrecido todas as vezes por diversos motivos. Primeiramente, demoram cerca de 15 miutos para que um funcionário me atenda ao telefone. Depois, a cada vez que reclamo do meu problema, sou aconselhada (se é que posso usar esse eufemismo para praticamente ameaçada) a fazer um milhão de procedimentos para que a minha internet volte a funcionar, mesmo depois de ter informado ao atendente que já os fiz nas quinhentas e cinquenta vezes que liguei anteriormente. Em outras ocasiões, quando convenço os atendentes que nada vai adiantar, eles dizem que vão me encaminhar para o serviço de engenharia que deverá entrar em contato comigo em até 05 dias úteis. Os dias se passam e novamente, sou tratada como se estivessem me fazendo um favor, em vez de me tratar como cliente que paga rigorosamente em dia a conta que, por sinal, não é nada barata. Quando nenhuma dessas duas situações acontece, a ligação misteriosamente cai quando indago aos brilhantes atendentes sobre o que devo fazer em relação à minha internet, que oscila entre a rede 3G (HSDPA) e a 2G (EDGE), tendo, na maioria das vezes, transferência de kbps nula. Ou seja, estou pagando para não ter internet.
E aí você, meu inteligente leitor me pergunta: "E por quais cargas d'água você não troca de companhia, criatura?" Simples: onde moro, não chega a Virtua, não chega GVT e a Velox, até onde o SAC da Oi me explicou, só tem porta de 300 kbps para a minha região. Vocês devem estar imaginando que eu moro no interior da ilha de Lost, provavelmente. Não, caro leitor. Eu moro no Rio de Janeiro, na capital, há cerca de míseros 20km do centro da cidade. Os cabos dessas companhias que eu citei passam a uma distância de menos de 1,5km da minha casa. Mas por que eles não chegam aqui? Bom, isso só nosso Pai Celestial deve saber.
Escrevo esse texto no dia 19 de Fevereiro de 2012, Domingo de Carnaval. Minha última ligação para a Claro foi no dia 10 de Fevereiro, eles me prometeram que em cinco dias úteis alguém do serviço de engenharia entraria em contato comigo, que classificou meu problema como "urgente". Até agora ninguém se deu ao trabalho de me procurar. Só hoje, minha conexão com a internet já caiu pra mais de cinco vezes. Tenho dois trabalhos para entregar nos próximos 15 dias, não tenho lan house perto de casa e a internet da faculdade está com problemas. Não atualizo o meu blog há mais de uma semana. E quem vai pagar o pato serei eu mesma, quando a minha conta vencer no próximo dia 24.
Tenho enfrentado problemas sérios com a minha internet, a banda larga 3G da Claro, companhia que sou cliente há muito tempo. Desde o dia 21 de Janeiro venho ligado insistentemente para o "SAC" deles e tenho me aborrecido todas as vezes por diversos motivos. Primeiramente, demoram cerca de 15 miutos para que um funcionário me atenda ao telefone. Depois, a cada vez que reclamo do meu problema, sou aconselhada (se é que posso usar esse eufemismo para praticamente ameaçada) a fazer um milhão de procedimentos para que a minha internet volte a funcionar, mesmo depois de ter informado ao atendente que já os fiz nas quinhentas e cinquenta vezes que liguei anteriormente. Em outras ocasiões, quando convenço os atendentes que nada vai adiantar, eles dizem que vão me encaminhar para o serviço de engenharia que deverá entrar em contato comigo em até 05 dias úteis. Os dias se passam e novamente, sou tratada como se estivessem me fazendo um favor, em vez de me tratar como cliente que paga rigorosamente em dia a conta que, por sinal, não é nada barata. Quando nenhuma dessas duas situações acontece, a ligação misteriosamente cai quando indago aos brilhantes atendentes sobre o que devo fazer em relação à minha internet, que oscila entre a rede 3G (HSDPA) e a 2G (EDGE), tendo, na maioria das vezes, transferência de kbps nula. Ou seja, estou pagando para não ter internet.
E aí você, meu inteligente leitor me pergunta: "E por quais cargas d'água você não troca de companhia, criatura?" Simples: onde moro, não chega a Virtua, não chega GVT e a Velox, até onde o SAC da Oi me explicou, só tem porta de 300 kbps para a minha região. Vocês devem estar imaginando que eu moro no interior da ilha de Lost, provavelmente. Não, caro leitor. Eu moro no Rio de Janeiro, na capital, há cerca de míseros 20km do centro da cidade. Os cabos dessas companhias que eu citei passam a uma distância de menos de 1,5km da minha casa. Mas por que eles não chegam aqui? Bom, isso só nosso Pai Celestial deve saber.
Escrevo esse texto no dia 19 de Fevereiro de 2012, Domingo de Carnaval. Minha última ligação para a Claro foi no dia 10 de Fevereiro, eles me prometeram que em cinco dias úteis alguém do serviço de engenharia entraria em contato comigo, que classificou meu problema como "urgente". Até agora ninguém se deu ao trabalho de me procurar. Só hoje, minha conexão com a internet já caiu pra mais de cinco vezes. Tenho dois trabalhos para entregar nos próximos 15 dias, não tenho lan house perto de casa e a internet da faculdade está com problemas. Não atualizo o meu blog há mais de uma semana. E quem vai pagar o pato serei eu mesma, quando a minha conta vencer no próximo dia 24.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Por que torcer por Jenson Button?
Dando continuidade ao nosso especial, hoje teremos a participação da Vivian Zorzin, fã de Jenson Button e ex-diretora do ORT. Nunca havia tido contato com a Vivian até pensar nesse Especial e, graças a colaboração da amiga Ludy Coimbra, acabamos trocando emails e ela (felizmente!) aceitou o meu convite. Tive uma identificação "de cara" com o texto e a imagem escolhidos pela Vivian, porque sempre admirei muito o JB, acompanho a carreira dele há tempos, bem antes de ter ido pra Brawn e ter se tornado campeão da F1. Não passei pelo sofrimento de ser fã dele, mas as palavras da Vivian conseguiram traduzir um pouco o que eu também via e sentia - só que em proporções extremamente inferiores à de um verdadeiro fã.
Sendo assim, fiquem com o texto sobre "Por que torcer por Jenson Button?"
Não espere por grandes disputas, não espere por faca nos dentes, não espere por escândalos, declarações comprometedoras, mas garanto muitas alegrias através de uma pilotagem do tipo excepcional."
Sendo assim, fiquem com o texto sobre "Por que torcer por Jenson Button?"
"Por que torcer para Jenson Button?
Quando recebi o convite da Priscylla o riso foi inevitável, afinal de contas, a pergunta “Por que você torce para Jenson Button?”, é o que mais ouço desde 2006.
Acreditem, até ingleses não me compreendiam.
Sempre soube quem era JB, afinal de contas, são muitos anos acompanhando o automobilismo, mas foi em 2006 que ele realmente chamou minha atenção. Sua segunda metade de temporada na Honda foi um espetáculo constrangedor para seu companheiro de equipe Rubens Barrichello. O auge foi ver ao vivo sua largada em 14º no GP do Brasil, e fazer a melhor corrida de sua vida (até aquele momento) e chegar em 3º lugar. Ali ele ganhou uma torcedora cativa.
Torcedora que precisou assistir e ler muito para entender por quem torcia, porque os dois anos que se seguiram na Honda foram um perfeito desastre ecológico (como esquecer aqueles carros “verdes”).
Vendo gravações, lendo artigos, e observando as poucas corridas que JB conseguiu terminar entre 2007/2008, descobri um piloto que dirige de forma delicada e sofisticada, e que havia trazido muitas esperanças a finada BAR, e seu maior estimulador David Richards.
Um fato engraçado desse tempo trágico foi o GP do Brasil de 2007, decisão de campeonato, será que o prodígio Hamilton seria campeão, será que Alonso seria tri-campeão, será que Kimi conseguiria? E eis, que em frente aos carros alinhados, uma bandeira inglesa balançava. Um repórter veio ávido nos perguntar porque estávamos torcendo por Hamilton... foi uma grande decepção para ele descobrir que era torcida para outro inglês ver.
Por que torcer para Jenson Button? Não vou me apegar ao ano de 2009 quando foi Campeão do Mundo, pois tenho argumentos muito melhores.
Jenson Button é um piloto que não erra, ele é completamente técnico, mesmo quando está no meio de uma disputa acirrada, você não o verá falhar, ele é rápido.
Existem muitos tipos e estilos de pilotagem, e sinceramente, não me apego a isso, me apego a corrida, a intensidade, aos resultados. Muito amam os aguerridos, atirados, combativos, e Jenson é justamente o contrário, um piloto mais cerebral e conservador, e nem por isso pior piloto.
Há de se destacar, que ser cerebral, ser inteligente é que fez com este piloto ganhasse suas mais belas corridas, Hungria 2006/2011 e a corrida mais louca “ever” que foi Canadá 2011.
Julgo 2011 a melhor temporada da carreira de Jenson Button. Sei o quanto se fala sobre o mítico vice-campeonato, ser o primeiro do resto, mas ser vice-campeão acima de Webber (companheiro do campeão, logo dono do mesmo fantástico carro) e acima de seu próprio companheiro (Hamilton), julgado como o “Salvador” do automobilismo inglês, foi algo que não teve preço.
2011 mostrou que Jenson Button não foi campeão em 2009 apenas por ter o melhor carro, se assim o fosse, o campeão poderia ter sido Rubens Barrichello.
A McLaren ter renovado o contrato de JB por múltiplos anos, é sinal do espaço que Jenson conquistou dentro da McLaren.
Com alívio posso falar o quão errada eu estava ao criticar a ida de JB para a McLaren, casa de Hamilton, o “filho” de Ron Denis, o queridinho do time britânico. Naquele momento conheci outro adjetivo de JB, corajoso. Hoje vejo Jenson Button extremamente respeitado pela equipe e responsável pela competitividade da equipe nesta temporada, onde Hamilton esteve tão desequilibrado (em todos os aspectos).
Sobre 2012? Espero um carro competitivo para a McLaren, pois sei que Red Bull e Ferrari terão. Jenson precisa melhorar nas classificações e continuar sendo o mesmo piloto constante, perseverante, preciso, eficiente, extremamente sereno, correto e que faz voltas perfeitas.
O que desejo do futuro? Muitas vitórias, muitas brigas, e acho que ainda dá para ser bicampeão antes da aposentadoria, 32 aninhos não são nada, né gente (meu lado fã)? Ahhh, e uma vitória em Silverstone, eu mereço esse mimo.
Será que consegui explicar porque torço por Jenson Button?
Vick, muito obrigada pela sua participação nesse especial! Seu texto foi excelente! Não posso dizer que espero que o JB seja campeão esse ano por causa da presença do Kimi no grid. Mas torço por muitas vitórias dele, ele é um piloto fantástico, parece ser um verdadeiro gentleman e, cá entre nós, um homem lindo de morrer! rs
Vocês podem ler os outros artigos do nosso especial clicando aqui.
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