domingo, 30 de maio de 2010

E viva as 500 milhas!

E como diria a Thamiris, hoje estou num dia em que o tagarelômetro está ligadíssimo! Logo, comentarei as 500 milhas de Indianápolis.

Até hoje, não era muito fã de Indy. Achava uma categoria muito chata, com aqueles circuitos ovais que eu detesto onde um monte de homens (e agora, algumas mulheres) correm loucamente parecendo frangos de padaria motorizados. Gosto muito do Tony Kanaan, do Helinho Castoneves, ouço falar do Dario Franchitti desde que estava nas fraldas, mas nunca tive muita paciência para assistir corridas da Indy. Até hoje!

As 500 milhas de Indianápolis me mostraram como um circuito oval pode ser interessante (apesar de os pilotos ainda serem frangos de padaria). E mais, aumentaram exponencialmente a admiração que eu já tinha pelo Tony, afinal de contas, tem que ser muito piloto pra sair das últimas posições e chegar a ser o segundo no meio de tantas feras que correm na categoria. Torci muito por ele mas infelizmente não deu para termos um campeão tupiniquim nas terras do tio Sam hoje.

O acidente envolvendo Mike Conway e Ryan Hunter-Reay também foi impressionante, até agora não acredito que Conway tenha saído vivo e praticamente ileso depois que o carro saiu voando no alambrado do autódromo. Ele é a prova viva de que a tecnologia e, por que não, a mão de Deus pode proteger e salvar alguém em uma situação tão tensa como essa.

Por fim, a partir de hoje, farei o possível para acompanhar a Indy. Só espero que a Band não repita o papelão de cortar a corrida para passar Fluminense e Atlético Mineiro, porque apesar de amar o trabalho do Victor Martins que foi o grande salvador da corrida pra mim, acompanhar um evento como esse via twitter não é uma das melhores coisas que eu tenha feito ultimamente.

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